Asset 101403O presidente Jair Bolsonaroafirmou que os livros didáticossão "lixo". Ainda, a partirde 2021, o governo irá"suavizar" a linguagem domaterial escolar, evitando"essa historinha de ideologia"08O ministro da Educação, Abraham Weintraub, cometeu- novamente - um erro de português em uma de suas redessociais. A mensagem, direcionadaao deputado federal EduardoBolsonaro (PSL-SP), dizia que um fato era "imprecionante". A postagemfoi apagada logo em seguida08Abraham Weintraub foinotificado pelo presidentedo Supremo Tribunal Federal (STF),Dias Toffoli, a responder - ematé 15 dias - pelas declaraçõespejorativas (utilizando termoscomo "máfia" e "tigrada") direcionadas à União Nacionaldos Estudantes (UNE)11Livros didáticos, compradosem gestões anteriores, poderãoser descartados pelo MEC.Os 2,9 bilhões de exemplaresnunca foram entregues aos alunos de escolas públicas. O material encontra-se desatualizadopara uso, tendo vencido entreos anos de 2005 e 201914Segundo Abraham Weintraub,o governo garante a permanênciado Fundeb, mas pretendeencaminhar uma Proposta deEmenda Constitucional (PEC)para ser debatida no Congresso17No Twitter, o perfil do Inepcometeu um erro de portuguêsao informar o número de"vizualizações" das notas doEnem. A publicação foi apagadalogo em seguidaJAN 2020

Em 2019, por 10 vezes, tratamos do Fundeb, seja em encontros no MEC, no Congresso, em audiências públicas. Com muita responsabilidade, sugerimos aumento de 10% para 15% no valor da contribuição a estados e municípios. Mas, teve gente que propôs 40%. De onde viria esse dinheiro? pic.twitter.com/C1oOob9Kkn

— Abraham Weintraub (@AbrahamWeint) January 14, 2020